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Versos y apuntes de Manuel Peralta : Pablo Aguado, "Não há bilhetes" y la monserga del PAN...

Pablo Aguado em Sevilha Solene e linda a Maestranza Onde esteve com segurança Aguado, de seda e ouro Lidando um excelente touro Linda a Praça de Sevilha Touros bravos de Jand…

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Pablo Aguado em Sevilha

Solene e linda a Maestranza
Onde esteve com segurança
Aguado, de seda e ouro
Lidando um excelente touro

Linda a Praça de Sevilha
Touros bravos de Jandilla
Aplaudidos três matadores
Em lides sérias, superiores

Na majestosa e linda Praça
Emilio de Justo com graça
Lances cingidos de elevação
Passes arrimados de perfeição

Roca Rey com valentia
Mostrou sua tauromaquia
Sereno, perfeita sua arte
Na Festa verdadeiro baluarte

Três troféus naquela tarde
Para Aguado um alarde
A Porta do Príncipe abriu
Em aplausos o público uniu

Manuel Peralta Godinho e Cunha
Setembro de 2026
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Sevilha - 26 de Setembro de 2026
Com a indicação de “Não há bilhetes” 
realizou-se o terceiro festejo da Feira de S.Miguel – Excelentes toiros de Jandilla para os matadores Emilio de Justo (orelha); Roca Rey (orelha); Pablo Aguado ( 2 orelhas + orelha) e saída 
pela Porta do Príncipe.

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Não há bilhetes
Não há bilhetes...
Uma vez por outra, ou nas Câmaras Municipais ou na Assembleia da República, alguns apoiantes do partido dos animais, descontentes com a vida e sem saberem bem o que mais fazer, resolvem por à votação se devem ou não continuar as corridas de toiros. Fazem essas tais votações, perdem e lá se vão convencidos que só eles gostam dos animais, planeando nova votação, como se a cultura estivesse em campanha eleitoral.

Quantas vezes serão necessárias estas contagens de votos para “supostamente” um dia essa sua proposta redutora da cultura passe – nem que seja por um voto – e poderem afirmar que a tauromaquia acabou em Portugal?  
E se hipoteticamente tal acontecer, poderá continuar a haver mais propostas de votações para reverter a anormalidade e as corridas de toiros regressarem?
É assim? 
Votamos as vezes necessárias para terminar um determinado espectáculo e voltamos a votar para o espectáculo ser retomado como normal?
Mas os espectáculos taurinos são pagos e só entra quem pagar o acesso. Têm tido ou não assistência suficiente para se manterem?  
Isso é que determina a continuidade, tal como os matadouros municipais terão dificuldade de continuarem em funcionamento se a população passar a ser vegana, vegetariana e convencida que não quer mais alimentação de origem animal. Então esses matadouros teriam de encerrar as portas, por o negócio estar falido…

A senhora dos animais – a única deputada com essas ideias na Assembleia da República – deve reflectir, continuar a comer os seus legumes, fazer a sua ginástica mental contra o gado bravo, mas deixar que o público continue a assistir a um espectáculo português que gosta, como se pode verificar sempre que são colocados os avisos à porta das Praças de toiros, num sinal de aceitação que tem funcionado ao longo dos séculos :  NÃO HÁ BILHETES.

Post Scriptum )  Muitos milhares de portugueses gostam dos espectáculos tauromáquicos e não fazem manifestações, reuniões exaltadas, nem nada parecido para os anti-taurinos deixarem de ter essas atitudes que revelam falta de inteligência ao querer a abolição da Festa Brava.
Não. Nada disso. Os anti-taurinos podem continuar a fazer a sua vidinha, comendo só vegetais, dando as voltinhas nas ruas e nos jardins com os cãezinhos, levá-los ao veterinário, escovar- lhe os pelos e demais atitudes de grande dedicação animal, porque os aficionados nunca os irão obrigar a entrar numa Praça de Toiros.
Façam a vidinha deles, mas não incomodem os outros.
Essa a grande diferença entre animalistas e aficionados tauromáquicos.
Uns gritam e esbracejam junto às Praças de Toiros. Os outros vão ver as corridas e sem incomodar ninguém.
Uns querem votações continuas até terem os resultados desejados. Os outros simplesmente desejam manter a cultura tradicional portuguesa.

MANUEL PERALTA GODINHO e CUNHA
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Não há bilhetes 
Versejando

Em Setembro com muito calor 
Para parecer dos bichos defensor
O tal partido dos animais votou
Para as touradas terminarem
Não existirem mais. Acabarem
Mas grande alarido se formou 
        
Câmara de Lisboa, p’ra ser oficial
Discussão na Assembleia Municipal
Dos animalistas o voto de protesto
Rejeitado por ser contra, desnecessário
Votar assim contravalor centenário
Do povo, do uso, dos costumes, manifesto   

Borges de Freitas na defesa adequada
Porque o povo acolhe cada temporada 
Praças cheias, coragem, contentamento
Festa Brava bem portuguesa afinal
Aos toiros ver seu espectáculo tradicional
 “Não há bilhetes”, a força do fundamento


Manuel Peralta Godinho e Cunha
Setembro de 2026

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Sempre derrotados os deputados animalistas do partido dos animais, voltaram a propor a extinção das touradas na Praça de Toiros do Campo Pequeno no dia 15 de Setembro de 2026.
Nessa reunião o deputado Martim Borges de Freitas (CDS-PP) defendeu a tauromaquia “como expressão da cultura popular portuguesa, a legitimidade dos apoios municipais e a liberdade dos cidadãos de assistir a espectáculos tauromáquicos”.
Defendeu e bem!
A proposta animalista foi rejeitada com 25 votos contra, 23 a favor, 14 abstenções e 12 ausências.
Viva a tauromaquia!

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