No se apaga la llama de la Tauromaquia en Ecuador

EQUADOR MANTÉM ACESA
A CHAMA DA TAUROMAQUIA

Por Jaime Martínez Amante )
Com a Monumental de Quito encerrada desde Maio de 2011, principal praça da tauromaquia equatoriana e com uma lotação a rodar os 15000 espectadores, tomou relevo de importância maior a emblemática Praça Belmonte convertendo-se assim no principal cenário da cultura taurina de Quito com uma afición pura e entendida que idolatrava a Festa Brava.

Para os aficionados “La Belmonte” era a Tauromaquia no seu estado mais puro, era patrimônio do Bairro de San Blas e de toda a Festa Brava Equatoriana.
Em 2004, a empresa Triana, do matador e ganadero José Luis Cobo, assumiu a gestão da praça e criou o Festival "Virgem Esperanza de Triana", um acontecimento, anualmente esperado por toda a afición quiteña e não só.
A sua história inclue uma corrida considerada de antologia realizada em 2016 com Manuel Mejía Rapelas "El Papa Negro", Enrique Ponce, David Fandila "El Fandi", José María Manzanares e Andrés Roca Rey.
Em Agosto de 2019 encerrou portas e a afición equatoriana defende a continuidade da Festa de Toiros em praças da província e com elevada participação.

Assim no próximo dia 21 de Agosto, abre portas a Praça de Toiros Quinta Macají, em Riobamba, com um cartel atrativo.
Lá como cá a luta continua, para manter viva uma afición histórica e culturalmente aceite pelo povo equatoriano.
Nesta luta, estaremos sempre juntos, porque como afirmou o escritor e Nobel da Literatura, Gabriel García Márquez : "si los toros deben acabar no debe ser bajo prohibiciones, sino cuando el último aficionado deje de ir a la plaza".....

Fotos da Monumental de Quito - com lotação esgotada e da majestosa Plaza Belmonte (Bairro de San Blas - Quito) 




Y aún, el comentario, sobre Ecuador y su emblemática plaza de Iñaquito, de otro gran taurino :

"Monumental de Iñaquito. Onde as máximas figuras estavam todos os anos a disputar o o troféu que tem o nome de “Jesús del Gran Poder”, o qual se concede ao diestro triunfador da feira. E um mar de sombreros brancos conferia uma imagem própria da primeira grande feira taurina americana de cada temporada. Na segunda, os festivais em traje curto e de corte fino de gala conferiram um glamour e identidade própria, também pela mão de máximas figuras. As sociedades a perder a sua identidade e o Equador foi talvez o primeiro país taurino a sofrer de forma mais contundente essa perda". (Nelson Lampreia)
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