Por estas mismas fechas del año, pero en 2009, Extremadura honró al pueblo de Barrancos (Portugal) con su "medalla de oro". Y nunca está de más recordarlo... con la ayuda de Dulce Simões.
MEMÓRIA da entrega da “MEDALHA DA EXTREMADURA” ao “Povo de Barrancos”.Em 2009, o governo da Comunidad Autónoma da Extremadura atribuiu ao «Povo de Barrancos» o seu máximo galardão. O único português a receber esta distinção tinha sido Mário Soares, em 1993. Pela primeira vez a “Medalha da Extremadura” foi atribuída a um colectivo, como símbolo de reconhecimento e gratidão pela solidariedade e acolhimento a todos os estremenhos forçados a fugir do seu país por conflitos sociais e políticos. Dois êxodos, com repercussões a nível local, nacional e internacional legitimavam Barrancos como “lugar de refúgio”: em janeiro de 1866, o acolhimento aos revolucionários espanhóis liderados pelo general Joan Prim y Prats, e em Setembro de 1936 aos republicanos extremenhos e andaluzes.
“Con este galardón, Extremadura quiere dar las gracias a Barrancos, pueblo fronterizo en el sentido más amplio de la palabra, donde conviven tradiciones españolas y portuguesas y donde la lengua es una mixtura que ejemplifica la convivencia y el respeto que debería impregnar nuestra sociedad. En base a ello, en homenaje al pueblo de Barrancos y en consideración a los lazos culturales, sociales e históricos que lo unen con Extremadura, se le concede el máximo galardón regional, símbolo, reconocimiento y gratitud a este pueblo hermano, ejemplo de vida y de una valiente y auténtica solidaridad.(…) ” (Decreto 172/2009, assinado pelo Presidente da Junta de Extremadura, Guillermo Fernandéz Vara).
(Em Mérida, aquele dia, com António Tereno, Isabel Sabino, Ester Tereno, Lisa Tereno, José Manuel Corbacho, Jose Maria Lama, Luísa Tiago de Oliveira, Jorge Freitas Branco, Encarna Rabal, Ángel Hernández e mais uma centena de amigos e amigas barranquenhas e extremenhas)






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