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| In "DN") |
Se pasa la Vida intentando que las corridas de toros no se celebren... utiliza las "artimañas", vueltas y revueltas a su alcance que sean menester para.... el otro día intentar que declarasen ilegal la tourada de Baiao (no lo logró...); ahora retuerce el asunto de la muerte del forcado Manuel para exigir que prohiban que este viernes se celebre la corrida de Lisboa (para la que están agotados los bilhetes desde casi una semana antes)...
¿Hasta cuándo los "agentes taurinos" portugueses van a seguir mirando para otro lado...?. ¿Hasta cuándo van a seguir soportando que la innombrable señora pseudo-animalista y sus acólitos conviertan -sin respuesta alguna- la Tauromaquia en el pim-pam -pum ya permanente de sus odios viscerales..?
O sea : esta señora que vive del erario público, en vez de exigir al Ministerio Público (P.G.R.) que investigue el desastre del "elevador" que causó muchos muertos y muchos heridos... exige no solo que se investigue la muerte del infortunado forcado, sino que -además- se suspenda, se impida la celebración de la corrida de este viernes en Lisboa... ¡Hay que tener rostro, hay que tener cara...!
Pero ya no indigna para nada el descaro de la innombrable. Lo que indigna realmente es que los "agentes taurinos" lusitanos no den un puñetazo en la mesa y griten basta ya, ante tanta ignominia, ante tanta basura política que se arroja sobre la Tauromaquia ya constantemente por esta gente que -encima- se crece... al ver que nadie le hace frente y le pone las peras a cuarto dialécticamente.
Pasemos ahora a leer lo que varios medios (Diário de Notícias y otros) han publicado esta noche y en unas horas publicarán otros impresos... a partir de un nuevo "comunicado" de la innombrable que campa a sus anchas, ante el desolador panorama de una Tauromaquia que solamente la defienden sus aficionados, mientras los verdaderos protagonistas y "agentes taurinos" siguen echados al monte...
O PAN enviou esta quarta-feira, dia 3 de setembro, um requerimento para o Procurador-Geral da República (PGR) no qual solicita a suspensão das atividades tauromáquicas no Campo Pequeno até à conclusão do inquérito no âmbito das duas mortes, de um jovem forcado e de um espectador, ocorridas na tourada de dia 22 de agosto, por razões de preservação da prova, de segurança pública e de proteção dos direitos fundamentais.
“O PAN pede que se garanta a investigação e a segurança das pessoas no âmbito deste processo. Não podemos fechar os olhos quando existe risco concreto de novos incidentes, com potencial de causar danos irreparáveis à vida e integridade física de participantes e público – incluindo crianças", defende a porta-voz do partido, Inês de Sousa Real, em nota enviada às redações, lembrando a proximidade do recinto a um parque infantil.
“O Ministério Público tem os instrumentos jurídicos e institucionais para solicitar a suspensão das touradas no Campo Pequeno, como medida cautelar urgente, até à conclusão do inquérito”, acrescenta a líder do PAN.
Na passada semana, o partido já tinha dirigido três cartas às entidades responsáveis pela autorização do evento e cedência do espaço – Casa Pia de Lisboa, Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e empresa Plateia Colossal – a pedir a suspensão da tourada de dia 5 de setembro, mas apenas a primeira respondeu a dizer que o caso se encontra em análise.
A posição do partido é conhecida. “O PAN não vai desistir da abolição das touradas em Portugal. Este é, infelizmente, mais um caso em que se vem comprovar que a tradição não pode valer mais do que a vida, humana ou animal”, conclui a nota oficial.
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