Continuan las reacciones de condena tras el paso de los bárbaros e indecentes antitaurinos por Azambuja

Una de las cafradas llevadas a cabo por los indecentes antitaurinos... en Azambuja

Continuan las reacciones de condena a los actos vandálicos habidos en la localidad de Azambuja y de los que ya dimos cuenta ayer. Hoy es el turno de la Tertúlia Festa Brava...

A Tertúlia Festa Brava vem por este meio manifestar a sua total solidariedade para com o executivo do Município da Azambuja e da Junta de Freguesia da Azambuja, bem como a todos os Azambujenses, pelos actos de vandalismo praticados contra o património esta última noite, os quais repudíamos veementemente!
A tauromaquia não se reduz a festivais taurinos e a corridas de touros. A tauromaquia é música, é dança, é cinema, é teatro, é gastronomia, é escultura, é pintura, é artesanato, é vestuário.
A tauromaquia é arte e cultura, representando costumes, valores e tradições.
A tauromaquia é o garante da sustentabilidade de hectares de montado e é igualmente o garante de muitos ofícios e profissões.
O executivo da Azambuja quis dar, e deu aos Azambujenses e à própria terra, arte, decoração, cor e paixão. Quis honrar as suas origens e a sua História.
Infelizmente continuamos a ser vítimas de vândalos anarquistas, que se auto-identificam como anti-touradas, neste caso, anti-tudo o que é Nacional e é bom!
Pese embora vivam no nosso Ribatejo que também é deles, não têm a mínima noção nem sensibilidade para perceber que o que destroem também é deles. São uns urbano-depressivos que não compreendem o conceito de liberdade e democracia. Que não percebem que quem real e efectivamente gosta de animais, somos nós aficionados.
É de lamentar o ocorrido e é motivo de revolta, protesto e vergonha alheia.
Dizem eles que estamos no século XXI, mas afinal quem são os verdadeiros retrógrados, os verdadeiros bárbaros?
Percebam de uma vez que a tauromaquia é parte integrante do património cultural português sendo reconhecida assim pelo próprio Estado (de Direito em que vivemos), e é transversal a qualquer religião, raça, etnia, partido ou movimento político. É do povo e para o povo, sendo a manifestação cultural mais solidária no nosso País.
Pode-se constatar que os murais são tão bonitos que de facto não deixam ninguém indiferente!
O Vice-Presidente : 
Pedro Ferreira de Carvalho


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