"Carta de um português", el contundente artículo del Dr. Esteves Pinto... del que no paran de hablar

Este artigo do Dr. António Esteves Pinto foi publicado já na Net e leva dias causando enorme impacto. Entre muitos aficionados não se fala de outra coisa. Ele colocou este tão contundente artigo na sua página pessoal do Facebook e agora nos, com a debida venia para o transcrever, publicamos na TRIBUNA da TAUROMAQUIA IBÉRICA. 

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Pelo Drº António Esteves Pinto,
Advogado e Agricultor

CARTA DE UM PORTUGUÊS

António Esteves Pinto

Não me considero aficionado. 
Gosto de corridas de toiros desde que me lembro mas longe de mim ter a ousadia de me afirmar aficionado. 

Gosto da "festa". Aprecio e divirto-me com todos os intervenientes, dos "capinhas" ao "inteligente", dos homens dos curros, aos homens das latas de cerveja ou queijadas, do monossábio em Espanha ao célebre Governador Civil eborense encostado à pátria bandeira virada de pernas para o ar, do cavaleiro sem equitação ao solista da banda em vapores entusiasmado, da Maria Rebimba a lançar flores, à "tia" bem "arreada" enjoada com o fumo do charuto do ganadeiro, do aguadeiro ao apoderado espanhol com trejeitos faciais a cada "muletazo" do seu ganha pão. 

Tenho em muitos dos meus melhores amigos, moços de forcados. Neles vejo Valentia, Honra, Camaradagem, Amor ao próximo, Lealdade, Abnegação, Altruísmo e todos, repito, todos, os Valores que o meu Pai, enquanto Pai e Militar, me transmitiu e que eu, enquanto Pai, tudo faço e farei para que sejam os de meus Filhos, seus Netos. 

O meu Pai não era aficionado e penso que não tinha o entusiasmo que eu tenho pela observação dos "indígenas". Já o seu, meu avô, era aficionadíssimo da corrida a pé, "à espanhola". Do lado materno, alentejanos, aficionados, mas de recato. 

O que se passa na minha Pátria é negro. É rasteiro. É sinistro. É cobarde. É a política de "p" pequeno. E espero, sinceramente, e de vez, que seja a chispa que faltava para que este sangue velho de quase mil anos volte a pulsar em todos nós. 
Não posso admitir que proíbam os meus filhos de ir a uma corrida de toiros quando eu os não proibirei! Nunca deixarei que uma grupelha de piolhoso armados em políticos, numa qualquer manigância orçamental me cortem os Direitos, mas sobretudo os Deveres enquanto Pai! Basta! 
Ligamos a TV e as Rádios e a toda a hora instrumentalizam quem as vê e ouve, sem consideração pela idade, e tudo é permitido. Desde a formatação LGBTKFDjOGDE, à nova ordem "verde", tudo! 
E são estes que me querem proibir de ir aos toiros com os meus filhos! Daqui de onde escrevo vos digo, vão para a p... que os pariu! 
Na próxima corrida de toiros lá estarei com os meus filhos! E espero que todos, enquanto Pais e portugueses, façam o mesmo!

Viva Portugal livre!
Abaixo a canalha! 

António Esteves Pinto 
Português, Advogado, Agricultor.
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