Forcados de Montemor : cumpren 82 anos de existencia

Un recordatorio de Jaime M. Amante.

GRUPO DE FORCADOS AMADORES DE MONTEMOR.

CUMPREM HOJE 82 ANOS DE EXISTENCIA.
(4 de Setembro de 1939 - 4 de Setembro de 2021)

UM PERCURSO IMPÁR NA HISTÓRIA 
DA FORCADAGEM PORTUGUESA.

SER FORCADO DE MONTEMOR :
-É ter amor pela jaqueta que enverga e que faz parte da sua vida, colocando o Grupo e a amizade acima de tudo;
-É dar o melhor de si próprio para que o Grupo continue a figurar entre os primeiros;
-É ajudar a todos os níveis, técnico e psicológico os outros elementos do Grupo, seus amigos transmitindo-lhes toda a sua experiência;
-É preservar todo o espírito de solidariedade do Grupo o ano inteiro, mesmo na época do defeso;
-É não querer ser a vedeta mas fazer do próprio Grupo a vedeta;
-É respeitar o próximo incluindo o público aficionado e os outros Grupos de Forcados, não se congratulando quando a estes as coisas não corram bem;
-É estar em Praça com presença e alma de Toureiro;
-É saber dominar o seu medo;
-É chocar-se quando se anunciam concursos de pegas;
-É pegar os touros com o mesmo gosto em todas as praças quer sejam de primeira de segunda ou terceira;
-É não se deixar mandar pelo touro, mas sim ser ele a mandar;
-É citar com o barrete na cabeça, pois este é o um dos símbolos do Forcado;
-É concretizar a pega com os oito elementos do Grupo em praça e só em casos excecionais, quando os touros assim o exijam saltarem mais ajudas da teia;
-É saber conjugar emoção e arte, dando contudo primazia á pega de qualidade, tecnicamente perfeita não fazendo números;
-É dar vantagens aos touros, cedendo-lhes terreno, isto é, executar á primeira tentativa uma das mais emocionantes pegas ,a de largo;
-É saber conhecer o touro e concretizar pegas de mérito,adaptadas ás características do animal, podem ser de caras ou de cernelha;
-É sair da arena depois de consumada a pega em passo acelerado e em conjunto com os restantes elementos do Grupo, deixando o rabejador exercer airosamente a sua função;
-É rabejar até parar o touro e sair pela sua cara e para o meio da arena;
-É sair atravessando a arena no fim da corrida, conservando assim uma das muitas tradições do nosso Grupo.




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