Sigue el desfile por la pasarela anti-taurina portuguesa : turno ahora para Cristina Rodrigues, la tránsfuga

Cristina Rodrigues : era del PAN... Diputada electa por Setúbal, hace poco más de un año se echó al monte... se hizo tránsfuga al abandonar la formación radical-animalista. Pasó a ser "diputada no inscrita" (en la Asamblea de la República) : al irse del PAN no devolvió su acta -como diputada- al partido por el que fue elegida; se quedó con la silla de diputada y la mamandurria propia de la condición de parlamentaria. Como se ha dado cuenta de que nadie le da cuartelillo... ahora busca lugar en los periódicos y otros medios, justo en fechas de la réentrée política, evidenciando que abandonar el PAN fue una cosa, pero dejar de ser radical-animalista es otra...

La diputada tránsfuga (que se salió del PAN y se echó al monte de manera que ahora dice ser "independiente" en la Asamblea de la República portuguesa) quiere eclipsar en sus reivindicaciones anti-taurinas a sus antiguos compañeros de viaje, los radicales-animalistas del partido antes citado.

Cristina Rodrigues es el personaje. Necesitada de minutos de gloria en las televisiones y los medios, esta buena señora se ha inventado un proyecto de ley con el que pretende que se prohiba la Tauromaquia en Portugal, que se cierren las plazas de toros y que luego se reabran transformadas en centros de Cultura, Ocio y otras actividades : las que sean, menos las taurinas. Solo le falta a su pretendido proyecto de ley... un apartado para promover la confiscación de las plazas de toros, o la nacionalización de la propiedad de las mismas, al mejor estilo chavista.

Tras el alboroto del PAN jaleando días atrás la manifestación anti-taurina celebrada a las puertas del Campo Pequeno, el pasado jueves, ahora aparece este nuevo personaje en escena : Cristina, la tránsfuga.

A deputada não inscrita Cristina Rodrigues propõe abolir as touradas e criar apoios para a reconversão das praças de touros como espaços culturais através de um projeto de lei entregue hoje na Assembleia da República, refere a agencia Lusa.
“Não só pelo crescente desinteresse da sociedade portuguesa na tourada e, por oposição, a evolução que tem ocorrido relativamente à proteção e bem-estar dos animais e ao crescente reconhecimento dos seus direitos, a tourada é um evento que já não deve ter lugar nos dias de hoje”, defende a deputada na iniciativa legislativa à qual a agencia Lusa teve acesso.

Cristina Rodrigues considera que é “urgente que Portugal dê mais este passo e deixe de integrar o reduzido grupo de países que ainda admitem esta atividade bárbara” e, por isso, propõe a proibição de touradas e quer apoios à reconversão das praças de touros existentes em equipamentos culturais, “através da aprovação em Orçamento do Estado de uma verba específica para esse efeito”.

No projeto, é estabelecido que são proibidos todos os eventos que decorram “num recinto cercado em que toureiros a pé ou a cavalo investem sobre touros bravos”.

“A tauromaquia é uma atividade que tem vindo a sofrer um grande declínio, existindo cada vez menos pessoas, em Portugal e no mundo, a concordar com a utilização de animais para fins de entretenimento”, alega a deputada não inscrita, apontando que “apenas oito países têm ainda práticas tauromáquicas, onde se incluem Portugal, Espanha, França, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador e Costa Rica”.

A antiga deputada do PAN aponta que a tauromaquia provoca ao touro, “para além da dor física, um elevado nível de stress” e que, apesar de os animais não morrerem na arena (exceto em Barrancos) são abatidos depois da corrida "nas praças que tiverem condições para o efeito ou no matadouro mais próximo”.

Cristina Rodrigues refere igualmente que a Lei de Proteção aos Animais “consagra no n.º 1 do artigo 1.º, expressamente, a proibição de todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os atos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”.

A deputada considera ainda que a exceção às touradas prevista na mesma lei “só vem confirmar” que o legislador “estava bem ciente de que se trata de um mau trato injustificado”.
Citando também o estatuto jurídico dos animais, a parlamentar salienta que esta legislação “determina expressamente que os animais são seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza”.
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