“A tradição não é uma veleidade passadista, mas sim, uma experiência através das gerações que nos procederam"

A propósito de “uma recomendação” de João Bonifácio Serra –da Rede Cultura 2027– para se “esconder” a Tauromaquia quando se apresentar a Região de Leiria como candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027, transcrevemos um apontamento do blogue "Partebilhas", da autoria do prestigiado taurino e analista, Manuel Peralta Godinho e Cunha.

"Quando alguém recomenda que os concelhos de Alenquer, Arruda dos Vinhos, Caldas da Rainha, Nazaré, Pombal, Sobral de Monte Agraço e Tomar, devem retirar a “tauromaquia” na proposta para a Região de Leiria a “Capital Europeia da Cultura em 2027 com a argumentação de que “os municípios não refiram quaisquer actividades em torno da celebração ou evocação da tradição tauromáquica, porque as chamadas touradas e outros espectáculos congéneres serem na actualidade rejeitadas por parte significativa da opinião pública e viva condenação por parte de organizações cívicas e de defesa dos direitos dos animais”, só demonstra incoerência, porque a “tradição tauromáquica” está nesses concelhos perfeitamente arreigada há imensos anos e faz parte e está inserida nos moldes próprios na cultura tradicional portuguesa e é uma diferenciação de outras culturas europeias. Diferenciação que deve ser destacada e não escondida.

Gostaria de aqui recordar uma frase do Dr. José Veiga Maltez, Presidente da Câmara Municipal da Golegã:

“A tradição não é uma veleidade passadista, mas sim, uma experiência através das gerações que nos procederam".

Manuel Peralta Godinho e Cunha".




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